4 erros matadores dos programas de fidelidade

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Você sabia que clientes fidelizados costumam gastar muito mais do que clientes novos? Além disso, no segundo caso, os gastos com marketing e ações promocionais são muito maiores. A matemática para o empreendedor, portanto, é bastante simples: fidelizar é sempre o melhor negócio! Portanto, o ideal é apostar nos programas de fidelidade, garantindo não só a satisfação dos clientes, como também as receitas da empresa.

Os varejistas sabem disso, no entanto, acabam cometendo uma série de equívocos na hora de elaborar as suas estratégias de fidelização. Em alguns casos, falta um foco específico no público-alvo. Em outras ocasiões, é o monitoramento do programa que é falho. Enfim, são tantos os erros que resolvemos enumerá-los nesse post para que você os evite ao máximo.

Confira, a seguir, as 4 principais erros cometidas nos programas de fidelidade.

Desconhecer o público-alvo

Toda a lógica de um programa de fidelidade tem como base a identificação do público-alvo. Afinal, é preciso que as vantagens sejam realmente atrativas para quem mais busca a sua loja. Portanto, informações como o sexo, a idade, a renda, entre outros, são indispensáveis. Só assim você pode definir se a melhor estratégia é oferecer descontos, brindes, ou quaisquer outros mimos para aquele consumidor mais fiel.

Por isso, você deve manter um banco de dados atualizado – artifício que, infelizmente, ainda não é bem aproveitado pela maioria das empresas. Você pode colher essas informações em momentos oportunos, como a conclusão de uma venda ou até a inscrição no seu programa de fidelidade — assim, você melhora suas ações pouco a pouco.

Falta de monitoramento

Você tem um programa de fidelidade na sua empresa? Ótimo! Ele está trazendo resultados? Essa já é uma pergunta um pouco mais complexa. É claro que, ao implementar o programa de fidelidade, o gestor pode perceber, em um primeiro momento, o aumento no volume de vendas. No entanto, para saber se a estratégia realmente está sendo vantajosa para a empresa, é preciso realizar o monitoramento.

Basicamente, além de checar a lucratividade – e não a rentabilidade – do seu negócio após o programa, confrontando principalmente os gastos com o plano e o diferencial de receitas, você também tem que conferir a taxa de adesão, que basicamente mostra se os seus clientes estão realmente “disputando” a recompensa oferecida.

Metas e recompensas desestimulantes

Que tal elaborar um programa de fidelidade onde a recompensa só é adquirida no longo prazo? Assim, o cliente fica preso ao sistema, até finalmente retirar o prêmio. Parece interessante, certo? Bom, se você concordou até aqui, então é melhor rever os seus conceitos. O cliente só vai se interessar e aderir ao seu programa de fidelidade se ele for verdadeiramente atrativo.

Portanto, o ideal é que você pense em uma meta viável em curto ou médio prazos, e uma recompensa que possa ser vantajosa para os dois lados.

Equipes despreparadas e desmotivadas

Você pode divulgar o seu programa de diversas formas: mídias sociais, cartazes na vitrine, sinalização interna. Enfim, o que não faltam são veículos para chamar a atenção. Porém, o principal agente de divulgação do plano são os próprios vendedores, já que são eles que possuem um contato direto com os clientes e, assim, percebem os padrões de consumo.

Os colaboradores precisam ser treinados para oferecer programas de fidelidade na hora exata, após reconhecerem o perfil do cliente. Além disso, são eles que alimentarão o seu banco de dados com novas informações. Por isso, é fundamental que conheçam todos os processos e, principalmente, os principais benefícios do seu plano!

Você já realiza algum programa de recompensas na sua empresa? Conte a sua experiência nos comentários!